Things have changed... Life is just different.
I had to learn to live without. Without many things. I'm a bit different, but still the same. How could that be? How I am sensitive and strong at same time? How could I keep going, when my path was erased before me? How could my life turned 180 degrees, again (...) ??
Instead of asking whys, I focused on the hows. We cannot chose everything that is given to us, but we sure can deal with it. Every trial we have to go through, we can handle. Even though when we can't, we can. We can because if we couldn't, it wouldn't be given to us. It sounds confusing, but that's truly the way it is.
The bad weather has stopped and moved on (at least that's what everyone hopes and wishes for); the only and certain true is that we will all have storms in our lives, they are fundamental to our progress. Learning to deal with them is not an option, but an obligation. Progress takes a lot of time, hope and endurance. Maybe double of this. Maybe triple of this. Maybe even more than we think ...
But eventually no matter how ugly the storm is, the rainbow will come, the lightnings will cease, the winds will calm and the sun will come...
Can't wait for the sun light to strike again, can't wait to have the reflexion of the sun in my eyes - sparkling, hoping, dreaming, waiting, just happy being ...
I think I am ready, and that's scary.
sexta-feira, 18 de outubro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Achei por aí
"Saia desse quarto escuro do seu subconsciente... abra a janela e olhe o colorido do dia, do jardim. [Sinta] o perfume das rosas que estão de baixo da sua janela. Mas essa janela quem abre é só você.
A mente é uma peça de teatro, onde existem dois atores principais. Somente você decide quem está fazendo [parte do seu] espetáculo, ninguém mais. Você é a dona, você quem escala o [seu] artista. Você que decide que tipo de espetáculo quer ver, ou ouvir, ou representar.
Olhe quem está ali parado pronto para entrar em cena e dar cores a sua vida novamente. Não deixe que esse artista continue dirigindo a sua peça.
Não adianta esperarmos as coisas melhorarem, sabemos que muitas nem melhorarão; nós é que temos que encarar da melhor forma, [sendo a] luz na escuridão que nos encontramos."
(Alison Haubert)
A mente é uma peça de teatro, onde existem dois atores principais. Somente você decide quem está fazendo [parte do seu] espetáculo, ninguém mais. Você é a dona, você quem escala o [seu] artista. Você que decide que tipo de espetáculo quer ver, ou ouvir, ou representar.
Olhe quem está ali parado pronto para entrar em cena e dar cores a sua vida novamente. Não deixe que esse artista continue dirigindo a sua peça.
Não adianta esperarmos as coisas melhorarem, sabemos que muitas nem melhorarão; nós é que temos que encarar da melhor forma, [sendo a] luz na escuridão que nos encontramos."
(Alison Haubert)
quinta-feira, 31 de janeiro de 2013
Brasil - Virada 2012-2013
Entre indas e vindas, sempre vejo muita coisa, faço muita coisa e até descubro muitas coisas. Sempre é bom, sempre choro, sempre tento aproveitar como se fosse o ultimo ... Porque nao se sabe o dia de amanha. O ruim é que o tempo passa muito rápido e tem sempre coisas que eu nao consegui fazer, pessoas que eu quis mas nao deu pra visitar e pessoas que disseram e nao conseguiram me ver. A cada abraço, beijo, olho no olho, conversas e momentos bons um muito obrigada, por tudo! Só pra variar, terei saudades, como sempre.
sábado, 15 de setembro de 2012
Classificação de Saudade.
Conforme o tempo passa, eu supostamente amadureço -- ou pelo menos deveria.
Descobri que muitas coisas que generalizamos são bem mais específicas do que nos são apresentadas inicialmente. A saudade por exemplo, essa eu tenho um knowhow vivido, pertencido e constante.
Mas nao adianta, na vida sempre vai trazer a saudade de alguém, alguma coisa, lugar ou situação. Logo, aproveitar o momento ao máximo é fundamental, pra que no dia que a saudade vier se possa dizer: "FOI BOM, VALEU A PENA E JAMAIS VOU ESQUECER TUDO DE BOM QUE JÁ FOI VIVIDO!"
Descobri que muitas coisas que generalizamos são bem mais específicas do que nos são apresentadas inicialmente. A saudade por exemplo, essa eu tenho um knowhow vivido, pertencido e constante.
O nível de saudade aumenta de acordo com o que nos faz falta e do tempo que isso vai permanecer.
Saudade de ver o nascer do sol no Oceano Atlântico. Saudade de buzinar na rua por nenhum motivo. Saudade de pessoas mais simples que tem tanto para ensinar. Saudade de um cavalo para montar. Saudade e desejo de comidas que, aqui, não tem igual. Saudade de acordar, olhar pro lado e ver a Lisie ; de ouvir o Gerhard dizendo: "Ah não, hoje tu vai comigo na natação!" (Haha) Saudade de dançar acompanhada. Saudade de muita coisa.
Mas a maior saudade é de quem nao volta, é da necessidade de um abraço beeeeem apertado, é de passar noites em claro só batendo papo. É saudade de colinho de pai e de mãe.
quinta-feira, 26 de julho de 2012
Aniversário.
O tempo é engraçado, valioso e passa rápido. Hoje completei duas décadas, que medo. Isso me deixa meio pra baixo e decepcionada com o Peter Pan que nunca quis me achar.Nesses poucos vinte anos de vida, eu já vi, ouvi, vivi, aprendi e passei por muita coisa que tem gente numa vida inteira nunca vai ter oportunidade de passar... Tanto boas experiências, quanto ruins.
Ainda me vejo gritando do quarto pela manha por um leite "quentinho". Correndo. Subindo em arvore na escola, igreja e rua. Catando todas as moedas da casa. Fazendo clubes. Dançando Darty Dancing. Cantando sandy e junior. Tocando piano. Vivendo o impossível.Já tive a graça de ir no hospital e trazer dois anjos que vieram me fazer companhia nessa vida, dois lindos que eu acompanhei crescendo dentro da barriga da minha mae. Já me mudei muito, casa, apartamento, caverna. Já tive melhores amigos. Já perdi contato com uns. Já ganhei elogio e mostrei a língua. Ja tive um principe de cavalo branco na frente de casa.
Já vi familiares agindo de má índole para com os meus. Já pensei que o meu herói nao fosse sobreviver. Já ajudei a rainha a fugir das bombas diárias dos pepinos que se desvendavam com o tempo. Já cai de cavalo. Já fui picada por 35 vespas de uma vez só. Aprendi a dirigir numa Kombi. Já decorei filmes. Abracei quem precisava de abraço. Já naveguei uma lancha. Ajudei em notas da escola. Olhei dentro dos olhos e falei a verdade. Já vivi um amor puro e verdadeiro. Mas já perdi ele. Já fui pedida em casamento. Tive a oportunidade de estudar fora , de conhecer lugares diferentes e pessoas. Já pilotei avião. Nunca tive catapora. Já sofri bullying dentro da igreja.
sábado, 7 de abril de 2012
Saint Louise - Missouri
As vezes lugares que nem imaginamos existir no mapa tem mais importância na história do que outros tao ouvidos tanto falar. Saint Louis foi assim. É uma cidade porto do mar Mississippi.
Na época em que EUA estava ainda se desenvolvendo a América do norte era mais ou menos dividida em 3 territórios: o lado esquerdo era do Império Espanhol, o centro e a parte do Canadá era francês e o lado direito era Inglês. Depois da independência dos estados unidos, a frança vendeu o território "do meio" pros EUA.
O presidente da época, Thomas Jefferson, queria chegar no outro lado do continente achando assim o oceano pacifico. Então, ele mandou Clark e Lowis, dois amigos retornados d guerra, numa expedição saindo do Porto de Saint Louis pra abrir caminho sobre o rio Mississippi até o oceano. Os dois que abriram caminho para o povo pudesse explorar a nova terra.
Na beira do Porto, tem um portal em homenagem a esses exploradores, o Gateway Arch. Em simbolismo de eles terem aberto o caminho pra novos horizontes. É lindo lá em cima ... e super alto (192 m).
Na época em que EUA estava ainda se desenvolvendo a América do norte era mais ou menos dividida em 3 territórios: o lado esquerdo era do Império Espanhol, o centro e a parte do Canadá era francês e o lado direito era Inglês. Depois da independência dos estados unidos, a frança vendeu o território "do meio" pros EUA.
O presidente da época, Thomas Jefferson, queria chegar no outro lado do continente achando assim o oceano pacifico. Então, ele mandou Clark e Lowis, dois amigos retornados d guerra, numa expedição saindo do Porto de Saint Louis pra abrir caminho sobre o rio Mississippi até o oceano. Os dois que abriram caminho para o povo pudesse explorar a nova terra.
Na beira do Porto, tem um portal em homenagem a esses exploradores, o Gateway Arch. Em simbolismo de eles terem aberto o caminho pra novos horizontes. É lindo lá em cima ... e super alto (192 m).
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
Coleção.
Ás vezes me sinto uma exploradora. Explorando
, conhecendo e viajando para além das fronteiras dos pampas do meu RS.
Aprendendo sobre tudo mas acima de tudo, aprendendo a me conhecer. Lás e
cás que estive, muitos dos amigos que fiz dividiam de uma mesma paixão: uma
coleção.
Uns colecionam copos, outros xícaras, outros
lápis e outros tampinha de cerveja. O plano é ter um pedaço de cada lugar quer
eles estiveram consigo, e ter pra sempre na coleção deles. Reparei que eu
nao tinha uma coleção. Me perguntaram o porquê e eu nao sabia a resposta.
Então, comecei a pensar no que eu podia colecionar.
Pensei e pensei mas nada parecia
suficientemente importante pra eu dar devido valor n a minha vida. Depois de
muito pensar, de fato decidi: eu coleciono pessoas. Nao exatamente
Mas sim, pessoas e suas essências.
Cada pessoa é única e as vezes ela nao estará
pra sempre do nosso lado. Finamente eu havia decidido minha coleção. Nao
importa o tamanho de tempo que uma pessoa tenha feito parte da minha vida, eu
vou sempre lembrar o porquê dela me cativar, o porquê de conversarmos , e o motivo pelo qual nos "achamos"
amigos.
Tudo que é bom nos meus amigos eu carrego
comigo. Tento seguir os bons exemplos mas até mesmo aquilo que possa nao ser
tão agradável se torna um exemplo do que eu nao gosto, nao quero ser e nem ter perto de mim.
Toda a essência que as pessoas enalam eu trago
comigo, como a minha coleção . E assim, sempre compartilhando a nossa essência,
agente se constrói como ser humano.
Sometime I feel like an exploratory. Exploring,
and traveling beyond the boarder of my beauty Rio Grande do Sul. Learning about
everything, but most important, learning about myself. From the places I've been, many of my friends
had the same passion: a collection.
Some collect glasses, others cups, others
pencils and others flip top. The plan was to have something special with
them from each place they had been – forever in their collection. Then I
realized that I didn't have one collection. I was asked why and didn't know the
answer. Therefore, I started thinking about what would be a good
collection.
I thought for a long time, but nothing seems
to be important enough to give the right value in my life. After thinking a
lot, in fact I decided: I collect people. Not exactly but yes, I collect
people and their scents.
Each person is unique and often they are not
going to be by our side forever. Finally, I had decided my collection. It
doesn't matter how long one person was part of my life, I will always remember
the reason why he or she activated me, theory we talk and the reason we
"found" each other friends.
Everything good in my friends I carry with me.
I try to follow the good examples, even though their bad habits are an example
of what I don't like, don't want to be nor want close to me.
Every scent people bring with them I already
bring with me, as my collection. So when we share our scent we are ourselves
like human beings.
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